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Gerenciamento de Riscos

GESTÃO DE RISCOS DO SISTEMA CECRERS

O Sistema CECRERS mantém estrutura de Gerenciamento de Riscos de acordo com a natureza das operações e a complexidade dos produtos e serviços oferecidos por suas Cooperativas Filiadas, com o objetivo de identificar, avaliar, controlar e monitorar os riscos aos quais o Sistema está sujeito.

O Gerenciamento de Riscos do Sistema CECRERS é estruturado de acordo com os normativos emanados pelo Banco Central do Brasil, conforme segue:

RISCO OPERACIONAL

O Gerenciamento de Risco Operacional está definido na Resolução CMN 3.380/2006.

O Risco Operacional é definido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falha, deficiência ou inadequação de processos internos, pessoas e sistemas ou de eventos externos. A definição de risco operacional inclui o risco legal.

RISCO DE MERCADO

O Gerenciamento de Risco de Mercado está definido na Resolução CMN 3.464/2007

É a possibilidade de perdas resultantes da flutuação nos valores de mercado das posições detidas por uma instituição financeira, incluindo os riscos das operações sujeitas à variação cambial, das taxas de juros, dos preços de ações e dos preços de mercadorias (commodities).

RISCO DE CRÉDITO

O Gerenciamento do Risco de Crédito está definido na Resolução CMN 3.721/2009

Define-se o risco de crédito como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas ao não cumprimento pelo tomador ou contraparte de suas respectivas obrigações financeiras nos termos pactuados, à desvalorização de contrato de crédito decorrente da deterioração na classificação de risco do tomador, à redução de ganhos ou remunerações, às vantagens concedidas na renegociação e aos custos de recuperação. Parágrafo único. A definição de risco de crédito compreende, entre outros:

I - O risco de crédito da contraparte, entendido como a possibilidade de não cumprimento, por determinada contraparte, de obrigações relativas à liquidação de operações que envolvam a negociação de ativos financeiros, incluindo aquelas relativas à liquidação de instrumentos financeiros derivativos;

 II - O risco país, entendido como a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações financeiras nos termos pactuados por tomador ou contraparte localizada fora do País, em decorrência de ações realizadas pelo governo do país onde localizado o tomador ou contraparte, e o risco de transferência, entendido como a possibilidade de ocorrência de entraves na conversão cambial dos valores recebidos;

III - a possibilidade de ocorrência de desembolsos para honrar avais, fianças, coobrigações, compromissos de crédito ou outras operações de natureza semelhante;

 IV - a possibilidade de perdas associadas ao não cumprimento de obrigações financeiras nos termos pactuados por parte intermediadora ou convenente de operações de crédito.

 

RISCO DE LIQUIDEZ

O Gerenciamento do Risco de liquidez está definido na Resolução 4.090/2012.

É a possibilidade de a instituição não ser capaz de honrar eficientemente suas obrigações esperadas e inesperadas, correntes e futuras, inclusive as decorrentes de vinculação de garantias, sem afetar suas operações diárias e sem incorrer em perdas significativas e a possibilidade de a instituição não conseguir negociar a preço de mercado uma posição, devido ao seu tamanho elevado em relação ao volume normalmente transacionado ou em razão de alguma descontinuidade no mercado.

 

GESTÃO DE CAPITAL

A Gestão de Capital está definida na Resolução CMN 3.988/2011.

É definida como o processo contínuo de:

Monitoramento e controle do capital mantido pela instituição;

Avaliação da necessidade de capital para fazer face aos riscos a que a instituição está sujeita; e

Planejamento de metas e de necessidade de capital, considerando os objetivos estratégicos da instituição.

No gerenciamento de capital a instituição deve adotar uma postura prospectiva, antecipando a necessidade de capital decorrente de possíveis mudanças nas condições de mercado.

 

GERENCIAMENTO DE RISCO SOCIOAMBIENTAL

A estrutura de Gerenciamento do Risco Socioambiental está definida na Resolução CMN 4327/2014.

Define-se risco socioambiental como a possibilidade de ocorrência de perdas das instituições decorrentes de danos socioambientais.

 

REQUISITOS MÍNIMOS DE CAPITAL

Resoluções CMN 4.192/2013, 4.193/2013 e 4.194/2013

A CECRERS acompanha mensalmente os requisitos mínimos de Capital de suas cooperativas filiadas.

Comitê de Gestão de Riscos da CECRERS que tem entre suas finalidades, analisar, acompanhar e sugerir ao Conselho de Administração melhorias nos processos de gestão de riscos.

A estrutura de gestão de riscos adotada pelo Sistema CECRERS compreende processos, controles, responsabilidades, ferramentas, sistemas e infraestrutura, o que permite uma gestão integrada e sistêmica dos riscos das Cooperativas que fazem parte do Sistema CECRERS.

As Políticas, estratégias e processos utilizados para o gerenciamento dos riscos estão de acordo com as normas e devidamente documentadas e aprovadas pelo Conselho de Administração da CECRERS. A Diretoria Executiva da CECRERS é responsável pelas informações divulgadas neste relatório.